Comunicação

O valor do projeto pedagógico com formação continuada

Publicado em : 15/06/2018

Eles têm entre 16 e 23 anos e em comum o projeto pedagógico da Interamérica. São ex-alunos que a nossa reportagem reencontrou para falar de escola. Selecionamos perfis distintos para que o resultado fosse abrangente.

Malu Pires (23) foi a aluna matrícula número 1 da escola e hoje atua em São Paulo como advogada. Antes de ir para a capital paulista, ela nos recebeu em casa. Sentada no sofá, era só emoção. “Separei fotos da Sala Vermelha para vocês, tem tanta coisa, falar da Interamérica é falar da escola da minha vida”.

Entre um acerto de luz e foco da câmera, Malu foi contando o que mais marcou a passagem dela pela formação continuada da Interamérica. “Os valores morais e éticos e como fui bem preparada para as outras etapas como o Ensino Médio e a faculdade de Direito”, enumera.

Além dos valores morais e éticos, a metodologia moderna da escola e a capacitação dos professores para o incentivo à criatividade e a liberdade de pensamento foram eleitos como ingredientes importantes para a argumentação e raciocínio.

Raciocínio testado em olimpíadas de História, Física, Química e Matemática. Vinícius Alcântara, 2º Ano do Ensino Médio e medalhista em competições desse nível, afirma que o incentivo dado pela escola para a participação em olimpíadas “fez ele entender que o conhecimento não é limitado à sala de aula”. Pedro Ortencio cursa o Ensino Médio e quer graduação em Economia na Universidade de São Paulo. As competências para esta escolha foram despertadas com o projeto Ensaio Acadêmico. “É um projeto que trabalha com a produção de texto científico. Hoje gosto do conhecimento pelo conhecimento”, valoriza.

Pedro Skoruspki Bastos estuda Engenharia Civil na Universidade Federal de Goiás (UFG) e atualmente está no Institut National des Sciences Appliquées, em Paris, para o duplo diploma na área. Pedro vê “o incentivo à autonomia e o gerenciamento de tempo para estudos como orientadores para que ele tomasse importantes decisões”.

Nívio Limongi passou para Engenharia Elétrica na UFG e valoriza as ferramentas que a Interamérica disponibiliza: “Dão uma base muito grande para o Ensino Médio e para o resto da sua vida”. Assim pensa Paula Katopodis, estudante de Medicina na Pontifícia Universidade Católica de Goiás. “Me sinto segura com a formação que tive e pronta para continuar”.

Amanda Pereira passou em 1º lugar em Direito na UFG e, ao falar da Interamérica, valoriza o incentivo. “Me disponibilizaram o melhor”. Mariana Gundim também cresceu na Interamérica e atesta: “Me ajudou a ter disciplina”.

Assim foi o nosso bate-papo com esses diferentes alunos, protagonistas de suas escolhas. Um reforço ao nosso slogan: Uma escola para o século XXI, faz no presente, o que se faz necessário para o agora e para o futuro.

Leia em Interamérica, há 21 anos construindo a escola do século XXI o orientar pedagógico da escola para a autonomia do estudante